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sexta-feira, 22 de julho de 2011

A prática do pilates auxilia na discopatia degenerativa


Entre as vértebras da coluna vertebral se encontram discos intervertebrais fibrocartilaginosos, os quais absorvem impactos, diminuem o atrito e proporcionam suporte estrutural para a coluna. Essa função amortecedora do disco o submete a constantes pressões, podendo levar a um desgaste: degeneração discal ou discopatia degenerativa. Fatores como o envelhecimento, lesões repetitivas e a carga genética também contribuem a esse desgaste.

Como os discos possuem um escasso suprimento sangüíneo, não há capacidade de regeneração. Os discos nessas condições, sofrem rupturas internas, conduzindo a uma diminuição do espaço discal intervertebral. Assim, é possível que os nervos sejam pinçados e sofram compressão gerando dor na coluna irradiada para os membros. Esta dor pode variar de leve, severa e debilitante. E pode ser aliviada quando assumimos uma posição que diminui a pressão sobre os discos.
É comum a perda da capacidade de amortecimento pela redução na altura e pelo endurecimento das estruturas discais.

O tratamento não cirúrgico pode incluir medicação, fisioterapia e métodos para tratamento da dor. Caso esses não melhore o quadro do paciente, o médico pode indicar a cirurgia.
Também em casos de discopatia degenerativa, o PILATES tem sido bastante indicado por médicos e elogiado pelos praticantes. Pois, trata-se de um método que atinge o objetivo do aluno de forma efetiva e segura, se baseando na respiração simultâneo aos músculos centrais do corpo, que promove estabilização e proteção às articulações, como a coluna vertebral; e no equilíbrio muscular. Então, o aluno terá alívio e controle das dores, pois a coluna estará bem estruturada devido ao reforço muscular da região e ao condicionamento postural. O praticante de PILATES normalmente tem uma ótima qualidade de vida, pela disciplina da prática, consciência corporal e finalmente pela estabilização do quadro doloroso.
Os alunos tem apresentado excelentes respostas ao método. Além da ênfase nas trações (com precauções de caso para caso), os exercícios de alongamentos e força são prescritos com muita cautela, analisando cada indivíduo, pois além da patologia em questão, há várias outras especificações individuais do aluno que devem ser respeitadas e consideradas para um resultado concreto e prevenção de novas lesões. As informações e educação do aluno para as atividades da vida diária também são focadas. Métodos como calor local, o ultrasson, tens, etc podem ajudar na analgesia.

Fonte: Flexus Pilates

Disponível em: http://www.perfilpilates.com.br/a-pratica-do-pilates-auxilia-na-discopatia-degenerativa/#more-505

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Fitness e a técnica do Pilates




A prática da atividade física evoluiu com a própria evolução do homem. O homem primitivo passou a lutar, caçar e fugir a fim de preservar a sua existência. Assim o homem à luz da ciência executa os movimentos corporais mais básicos desde que se colocou ereto: corre, arremessa, salta, tem relações sexuais, empurra, puxa, etc.

Existem alguns fatos históricos no decorrer da civilização humana que talvez explique, em parte, a falta de exercícios específicos para melhorar a mobilidade da coluna vertebral na Educação Física. Durante o Império Romano e toda a idade média, os exercícios físicos ficaram restritos à função militar, incluindo, também, a caça e os torneios. A queda do Império Romano, por exemplo, foi muito ruim para a evolução da Educação Física, principalmente com o crescimento do Cristianismo que, por sua vez, perdurou por toda a Idade Média, pois o culto ao corpo era considerado pecado, passando a ser cada vez mais reprimidos devido à comunidade altamente puritana não ver com bons olhos a atividade física. (Costa, 1998).

Os exercícios beneficiados pela redescoberta dos valores gregos voltaram a despertar interesse maior só com o Renascimento. Mesmo assim, a ginástica como esporte, como conhecemos hoje, só se desenvolveu na Europa em meados do século XVIII. Mas só em 1829, na França, foi oficializada a atividade física denominada Ginástica Calistênica, sendo esta considerada precursora do Fitness. A Ginástica Calistênica revolucionou a atividade física do século XIX. Um dos pontos marcantes dessa modificação foi que essa modalidade passou também a incluir crianças, mulheres, obesos e idosos, onde antes eram excluídos. (Castellani, 1998).

A medida em que essa modalidade de ginástica foi evoluindo, era dada cada vez mais importância aos exercícios para os segmentos dos membros superiores e membros inferiores; enquanto que, a mobilidade da coluna vertebral era totalmente negligenciada.
Quando o fitness surgiu na década de 80 houve a mesma linha de trabalho da Ginástica Calistênica, mantendo até a tendência de corpos musculosos, sem mobilidade de coluna vertebral, dando continuidade a essa idéia até os dias atuais. Os profissionais de Educação Física começaram a se preocupar com a mobilidade da coluna em alunos praticantes de fitness, a partir das comparações realizadas com outras modalidades corporais, em especial o Pilates.

A técnica de Pilates apresenta uma grande importância tanto para os profissionais que trabalham com a abordagem corporal quanto para os alunos que realizam os exercícios. Esse método foi baseado em diversas atividades (Yoga, mergulho, esqui, natação, boxe, etc) devido ao criador, Joseph Pilates, dessa arte apresentar afecções osteomioarticulares quando criança. Ele tinha um propósito de melhorar a sua forma debilitada através do condicionamento físico, trabalhar o corpo da mesma maneira que uma pessoa sadia. (Brito, 1997).

Apesar da técnica de Pilates ter quase um século de existência, só na década de 80 o sistema passou a ser utilizado pelos bailarinos, que começaram devido à técnica adquirir uma grande eficácia na recuperação de lesões. A exemplo do que aconteceu na Educação Física, a mobilidade da coluna vertebral também foi negligenciada na Dança. Preocupados em executar movimentos sempre muito amplos, os bailarinos acabaram com a mobilidade da coluna vertebral prejudicada. Apenas alguns exercícios são ministrados em aulas de dança para a manutenção da mobilidade segmentar da coluna. Um dos estudos mais interessantes acerca da técnica de Pilates foi realizado pelo fisioterapeuta americano Brent Anderson. Criador do método Polestar Pilates, chegou à conclusão que o Pilates deve ocorrer mobilidade da coluna vertebral em todas as direções onde os movimentos intersegmentares poderão auxiliar na manutenção da postura adequada.

Os movimentos articulados da coluna acabam por ativar o Centro de Força (Powerhouse), fazendo um bom suporte estrutural. (Lobato, 2004). Por enfatizar bastante o trabalho em torno do controle do centro de força, há uma maior facilidade na realização dos movimentos desejados, pelo meio da fluidez dos movimentos, da suavidade do gesto corporal e da leveza, permitindo que todas as partes do corpo trabalhem com segurança, consentindo, assim, uma boa mobilidade da coluna vertebral.

Enfim, o método de Joseph ostenta o propósito de harmonizar o corpo, independente da idade ou condição física. As vértebras se mobilizam através da compressão e deformação dos discos, e deslizamento dos ligamentos. A coluna vertebral faz movimentos de extensão, flexão, rotação e inclinação. A flexibilidade é a sua principal característica. As vértebras da coluna vertebral se articulam de modo a conferir, além de flexibilidade, estabilidade para a função de mobilização, postura e equilíbrio do tronco. (Aguiar, 1997).

Autor: Fernando Barbosa – Educador Físico
Disponível em: http://www.revistapilates.com.br/2011/05/25/fitness-e-a-tecnica-do-pilates/

segunda-feira, 18 de julho de 2011

O Condicionamento Físico por meio do Método Pilates na Idade mais Feliz

Envelhecer é um processo lento e progressivo. Ninguém envelhece da noite para o dia. Como estas mudanças acontecem de forma contínua e não eventual, é necessário adaptar-se a elas durante toda a vida.

No princípio do século passado, a expectativa de vida da população era de 35 anos. Atualmente, calcula-se que, nos países desenvolvidos, seja de 74 anos para homens e 82 para mulheres. No Brasil, segundo pesquisa feita em 2000, a expectativa de vida é de 64 anos para homens e 72 para mulheres.




A porcentagem elevada de pessoas idosas em uma sociedade constitui um índice de progresso e desenvolvimento. Ver cada vez mais idosos nas ruas é motivo de satisfação: isso representa uma vitória em relação ao tempo. Contudo, a preocupação não deve ser quantos anos a pessoa irá viver, mas, sim, de que forma esses anos serão vividos e em que estado de saúde e de espírito.


Pensamento Jovem

É importante jamais se considerar limitado. Encarar o envelhecimento de forma positiva é melhor do que qualquer creme anti-rugas. Pior do que alguém de mais idade é uma pessoa que enxerga tudo como se não houvesse solução aparente.

Exercícios

Apesar de ser um fato raro, o ser humano é capaz de chegar aos cem anos. Especialistas defendem que dentro de poucas décadas a expectativa de vida em países com bom nível de desenvolvimento na área de saúde beire os 120 anos. Tenha como prioridade ter um peso adequado e bom preparo físico. Os exercícios físicos ajudam a aprimorar o condicionamento do corpo e evitar as perdas de massa muscular. Ter um organismo com baixo índice de gordura afasta várias doenças fatais.

Cérebro Ativo

Para não esquecer algo, mantenha sua mente em constante reciclagem. Ao Praticar Pilates a mente é estimulada pela variedade de exercícios onde trabalha-se a coordenação motora e a memória pelo principio da concentração. Além disso, pode utilizar jogos e brincadeiras para exercitar seu cérebro. Fugir da rotina ajuda a desenvolver áreas do cérebro que são menos utilizadas. Procure atividades voluntárias, escutar música, cursos variados, escrever ou viajar.

Adeus, Estresse!

Cante, dance, pratique Pilates. Cultive um hobby. O cardápio anti-estresse é super variado e tem diversos tipos de opções. Procure a alternativa que melhor se enquadra no seu perfil. Ter bom humor e viver em contato com a natureza ajuda a espantar o fantasma da velhice.

Os benefícios

São muitos os benefícios proporcionados pelo Pilates aos idosos: alívio da dor, principalmente as lombares, maior percepção dos movimentos, fortalecimento muscular, maior equilíbrio, aumento da flexibilidade (musculatura mais alongada), alívio do estresse, entre outros. A grande vantagem está na melhora da auto-estima do praticante, uma vez que ele consegue realizar uma série de exercícios físicos que até então não se julgava capaz.




Mais força, maior controle muscular, melhor capacidade respiratória e melhor circulação, maior flexibilidade, musculatura mais alongada, tonificada e definida, postura mais correta, mais consciência corporal, maiores equilíbrio e coordenação, alívio do estresse, da fadiga e de dores musculares e melhor saúde das articulações são alguns dos ganhos enumerados. Tudo em benefício dos mais idosos ou de quem tem algum problema de saúde que causa limitações físicas.

Fazer Pilates não é mérito só de pessoas mais jovens. O Pilates oferece um atendimento personalizado para idosos, realizando um trabalho corporal direcionado às pessoas com limitações físicas de acordo com a idade.

O método vem sofrendo aperfeiçoamentos no mundo, mas envolvendo sempre os princípios de controle, precisão, concentração e respiração. Para Pilates, o método permitiria a autonomia dos movimentos corporais, correção da postura e o revigorar da mente.

O aumento do equilíbrio corporal também é um grande avanço, já que o idoso tem seu equilíbrio comprometido devido à idade. Tudo isso sem nenhum risco de lesão corporal, já que Pilates é um trabalho aplicado com uma grande margem de segurança, não cansa e não causa dores musculares posteriores.
O maior equilíbrio muscular possibilita realizar com mais conforto as tarefas do dia-a-dia. Dá mais energia.

O respeito aos limites do corpo evita lesões e desgaste físico; a respiração correta aumenta a capacidade pulmonar e melhora a circulação;

As aulas

As aulas podem ser: individuais ou em grupos de até três pessoas. Isso acontece para que as séries possam ser adaptadas às necessidades de cada praticante e também para que o instrutor possa dedicar atenção à qualidade dos movimentos de cada aluno. Este diferencial privilegia o idoso, já que ele pode se concentrar mais e fazer as sessões com privacidade.

O método utiliza ainda imagens visuais estimuladas pela voz do professor, despertando atitudes corporais durante a aula. Como exemplos de metáforas visuais, o professor diz ao aluno para "arredondar os braços como se estivesse abraçando uma bola" ou "ficar com a coluna ereta como se encostasse a cabeça no teto". Os alunos colocam os músculos em ação, dirigindo a atenção para a prática correta do movimento.

MICHELLE SCALON PEREIRA
Prof. Educação Física
Vice Presidente da ABP

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